Projeto Cerejeiras une inclusão, inovação e aprendizagem em atividade com alunos da APAE Rural de Guarapuava
Ação promovida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação proporcionou aos alunos da APAE Rural experiências imersivas e oficinas com impressão e desenho em 3D
Foto: Secom
A Prefeitura de Guarapuava, por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizou nessa quinta-feira (30 de julho de 2026) o encerramento do Projeto Cerejeiras, desenvolvido pela APAE Rural Escola Anne Sullivan de Guarapuava. A atividade aconteceu durante a tarde, na sede da secretaria, reunindo 21 alunos da instituição em uma experiência que integrou tecnologia, inovação e inclusão.
A visita fez parte das ações do projeto Agrinho que tem como tema “Florescendo com a Diversidade”, e é desenvolvido pela APAE Rural. A iniciativa utiliza as cerejeiras como elemento central para trabalhar conteúdos de forma interdisciplinar, envolvendo disciplinas como Ciências, História, Geografia e Língua Portuguesa, além de valorizar a diversidade dos estudantes atendidos pela instituição.
Durante a programação, os participantes vivenciaram uma experiência imersiva com óculos de realidade virtual, conhecendo os tradicionais jardins japoneses e a cultura do Sakura, período em que as cerejeiras florescem no Japão. Os alunos também participaram de oficinas com canetas 3D, produzindo réplicas das flores, além de receberem chaveiros confeccionados em impressão 3D como lembrança da atividade.
A secretária municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ana Cláudia Klosouski, destacou que a ação reforça o compromisso da administração municipal com a democratização do acesso às tecnologias. “Todas as visitas que recebemos na Secretaria de Inovação são especiais, mas hoje tivemos um momento que realmente emocionou toda a equipe. Recebemos os alunos da APAE Rural para vivenciarem a tecnologia por meio da realidade virtual e das canetas 3D, dentro de um projeto sobre as cerejeiras. Mais do que apresentar ferramentas tecnológicas, mostramos que esses recursos precisam estar ao alcance de todos. A inclusão acontece justamente quando garantimos esse acesso, e esse sempre foi um compromisso da gestão do prefeito Denilson Baitala”, afirmou.
A professora responsável pelo projeto, Ivonete Cezimbra, explicou que a visita representa a etapa final de um trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo com as turmas da EJA-B e EJA-I da APAE Rural. “O nosso projeto se chama ‘Florescendo com a Diversidade’. Escolhemos esse nome porque as cerejeiras representam o florescimento, assim como o desenvolvimento dos nossos alunos, que possuem diferentes deficiências e potencialidades. Trabalhamos esse tema de forma interdisciplinar, envolvendo conteúdos sobre as estações do ano, ciências, geografia, história e língua portuguesa. A experiência de hoje complementa esse trabalho dentro do Projeto Agrinho, proporcionando aos alunos o contato com tecnologias que muitos de nós, professores, ainda não conhecíamos. Ver a alegria deles produzindo as próprias cerejeiras com a caneta 3D foi muito gratificante”, destacou.
Para a aluna Bruna Neuma, participar da atividade foi uma experiência marcante. “Foi maravilhoso participar. Foi uma honra estar aqui e aprender tantas coisas diferentes. Só temos a agradecer à professora Ivonete, à equipe da Secretaria de Inovação e, acima de tudo, a Deus por essa oportunidade. Foi um passeio muito importante para todos nós”, disse.
A diretora do Centro de Inovação, Jéssica Kiczevi, ressaltou que a atividade foi planejada para unir tecnologia e inclusão de forma prática e significativa. “A APAE Rural já desenvolvia um excelente projeto sobre as cerejeiras e procurou a Secretaria de Inovação para integrar a tecnologia a esse trabalho. Preparamos uma experiência imersiva para que os alunos conhecessem a cultura japonesa por meio da realidade virtual e também pudessem criar suas próprias cerejeiras utilizando canetas 3D. Além de vivenciarem novas tecnologias, eles levam para casa uma lembrança produzida por eles mesmos, tornando esse momento ainda mais especial”, explicou.
A iniciativa reforça o papel da tecnologia como ferramenta de inclusão e aprendizagem, proporcionando novas experiências aos estudantes e demonstrando como a inovação pode contribuir para o desenvolvimento educacional e social de pessoas com deficiência.
(Com assessoria)
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