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O que "Toy Story 4" nos ensinará

por: Marcos Sidnei

segunda-feira, 24 de junho de 2019 - 14:46:00

Mudando um pouco o foco, hoje vamos falar sobre cinema: ToyStory4 estreou nos cinemas nacionais na última quinta-feira, dia 20. Acontece que para os que acompanham a franquia desde o primeiro longa, ele representa muito mais do que uma mera continuação.

Acompanhamos Andy brincando e vivendo seus melhores e mais felizes dias ao lado de Woody, o cowboy mais famoso do universo cinematográfico. Assistimos a reviravolta de tudo com a chegada de Buzz, “ao infinito e além”. Depois, Jessie e Bala-no-alvo. E, como não poderia ser diferente, Andy cresceu e iria para a faculdade. Quem diria que nosso amado menino teria que dizer adeus aos seus companheiros de jornada. E com um olhar triste, Andy se despede do cowboy, do patrulheiro espacial e de toda a turma com um “valeu pessoal”, ao doar seus brinquedos para uma simpática garotinha.  O ato consegue nos transportar para uma realidade próxima e subjetiva de cada um: as despedidas que nos acompanham e as coisas que em determinado momento, deixamos para trás.

Aquilo parecia o encerramento. Parecia, mas não foi. “ToyStory4” nos mostra que nossos amáveis brinquedos ainda tem muita coisa para aprender (e não só eles).

Woody agora, mais maduro do que nunca, reconhece que não é mais o brinquedo predileto da “sua” criança. A mocinha agora é apaixonada pelo lixo brinquedo, o Garfinho, que ela mesma fez no jardim de infância. O problema é que ele não se vê como um brinquedo. E a confusão começa aí: Woody se coloca na responsabilidade de proteger Garfinho a todo custo. Mas as pistas sobre o filme acabam aqui.

O importante é que mais uma vez, a franquia nos fará refletir.

Em nossa jornada, temos a companhia de muitos, mas sabemos que o destino não permite com que todos cheguem juntos, conforme o nível avança. E este é o auge do aprendizado presente no filme: a maturidade em se libertar do que nos prende, do que não nos permite ser felizes. Abrir mão não significa não se importar, e muitas vezes, é justamente o contrário: abrimos mão porque a felicidade precisa estar em primeiro plano.

ToyStory4, nos cinemas!

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"Vem comigo! No caminho eu te explico..."

Marcos Sidnei

Nosso cotidiano é cheio. Há sempre muito a se fazer. Porém, em determinados momentos, é preciso desacelerar, parar e pensar. A vida é muito mais que o caos e a correria. Talvez, algo que eu lhe diga, faça sentido. Ou não. De qualquer forma, lhe convido: pare e reflita comigo. Me acompanha?