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O coaching como ferramenta de crescimento

por: Luiz Gustavo

quinta-feira, 1 de agosto de 2019 - 12:03:00

Resolvi estudar sobre o tema do coaching pela curiosidade em relação ao assuntoe por já ter experiência na área de consultoria em Recursos Humanos. Depois de uma pós-graduação na área e alguma leitura, compreendi a importância do coaching para o desenvolvimento pessoal e profissional e do quanto podemos aprender, crescer e melhorar o desempenho de tudo que fazemos, apoiados nas ferramentas oferecidas pela metodologia empregada.

Bem, tenha certeza que o tema não é um modismo, o trabalho de coaching está muito ligado com a questão do desenvolvimento de nossas potencialidades, do nosso autoconhecimento, da percepção da nossa responsabilidade por tudo que nos acontece, e principalmente pela oportunidade de mudanças que são propostas quando vamos em busca de nossos objetivos e somos guiados pela linha do coaching.

No livro - Coaching para aprimorar o desempenho, escrito pelo autor e coach John Whitmore que é um dos precursores do assunto, John escreveu: “O efeito do coaching não depende de alguém mais velho e mais experiente transmitir seu conhecimento. O coaching requer experiência em treinar, mas não no tema imediato. Esse é um dos seus grandes pontos positivos.” E qual a ideia por trás deste recorte?  A ideia é que as respostas que auxiliarão o coachee (pessoa que recebe as orientações do Coach) rumo aos objetivos traçados não estão no coach, mas sim, dentro de cada indivíduo, e caberá ao coach estimular o coachee, através de perguntas/respostas e reflexões, para que ele consiga enxergar novos caminhos, novas oportunidades, novas formas de “fazer”.

Então, se as respostas e soluções já estão conosco, porque não as enxergamos? Este é o trabalho do coach, nos ajudar a encontrar o novo, a mudar nossos paradigmas, a enxergar novas possibilidades, a estimular o coachee a conhecer a origem da motivação e do porque agimos ou deixamos de agir. A mudança é possível a partir do momento que nos conhecemos melhor e somos estimulados rumo aos nossos objetivos.

E como trazer a ideia do coaching para as empresas? Bem penso que há dois caminhos, um deles que pode acontecer de cima para baixo, quando a direção da empresa percebe as possibilidades que o coaching oferece e no quanto a empresa pode ganhar trabalhando com o coaching. O outro caminho pode acontecer de baixo para cima, quando colaboradores, chefes, gerentes, buscam os processos de melhoria, apoiados pelo coaching, o interessante é que nos dois caminhos é possível mudar a cultura das empresas, trazendo mais qualidade de vida no trabalho, menos rotatividade e melhor desempenho das pessoas e consequentemente das empresas.

Escreverei um pouco mais no próximo artigo, até lá!

 

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RH & Cia

Luiz Gustavo

Luiz Gustavo chega ao Portal GR+ e em seus textos abordará questões sobre recursos humanos e cia!
É Friburguense de nascimento, carioca pelo sotaque, e paranaense de coração! Morou nos últimos cinco anos em Quedas do Iguaçu/PR, antes de vir morar em Guarapuava em novembro de 2017. Tem 46 anos, casado, um filho. Formado em Administração de Empresas, Pós- graduado em Gestão de Pessoas (RH), Pós-graduado em Gestão de Negócios e Marketing, Pós-graduado em Coach e Liderança e cursa Pós em Psicopedagogia Institucional e Clínica. Dá palestras, ministra treinamentos e presta consultoria focada em gestão de pessoas desde 2009, tendo atendido diversas marcas locais e nacionais, ex-servidor público, atualmente trabalha como Consultor de Investimentos e de RH. Nas horas vagas, joga xadrez, aprecia leitura técnica, e adora cozinhar! Na juventude participou do grupo internacional de jovens – Ordem DeMolay, tendo sido membro fundador do Capítulo Nova Friburgo. Já adulto recebeu menção honrosa da Câmara Municipal por sua atuação na comunidade pelos trabalhos prestados à sociedade.
Escreve por hobby e paixão, acredita na disseminação do conhecimento e na educação como forma de transformação pessoal e social. Em suas linhas nos faz refletir, e como um coach, procura nos tirar da zona de conforto e nos estimula a irmos além! Se inspira nos autores consagrados e nos clássicos da literatura de negócios, e traz um pouco de sua biblioteca pessoal e pesquisa em citações e releituras das melhores ideias. Em seu primeiro artigo, escreverá sobre o CHA, um tripé da gestão de pessoas.
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