Mulher é morta a facadas em Guarapuava; companheiro é preso suspeito do crime

Vítima de 32 anos chegou a ser socorrida pelo SAMU, mas não resistiu aos ferimentos. Residência apresentava sinais de luta, e a Polícia Civil investiga o caso como feminicídio

28/06/2026 07H07

Imagem ilustrativa

Uma mulher de 32 anos foi morta na madrugada deste domingo (28 de junho de 2026), no bairro Boqueirão, em Guarapuava, em um caso investigado como feminicídio. O principal suspeito é o convivente da vítima, de 29 anos, que foi localizado pela Polícia Militar, preso e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil.

De acordo com o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar foram acionadas pelo COPOM para atender uma denúncia de violência doméstica. Ao chegarem ao endereço, encontraram a vítima sendo atendida por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), após sofrer múltiplos ferimentos provocados por arma branca.

No interior da residência, os policiais encontraram um cenário de violência. O imóvel apresentava sinais de luta, diversos vestígios de sangue e uma faca com aparentes marcas de sangue, que foi preservada para a realização da perícia.

Segundo informações colhidas no local, testemunhas apontaram o companheiro da vítima como autor das agressões. Ele foi localizado posteriormente por outra equipe policial, recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia para os procedimentos legais.

Durante a ocorrência, um jovem de 19 anos também foi encaminhado à autoridade policial após apresentar versões contraditórias e informações consideradas falsas sobre os fatos, devendo prestar esclarecimentos durante a investigação.

Apesar dos esforços das equipes de socorro, a mulher não resistiu aos ferimentos e teve o óbito constatado.

Equipes da Polícia Civil e da Polícia Científica compareceram ao local para realizar os levantamentos periciais e dar início às investigações que irão esclarecer a dinâmica do crime e reunir os elementos necessários para o inquérito policial.

O caso segue sob investigação.

Se você ou alguém que conhece está em situação de violência doméstica, procure ajuda e denuncie. A intervenção precoce pode salvar vidas.

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