Crianças das escolas municipais de Guarapuava participam de projeto sobre equidade de gênero e Lei Maria da Penha
Nas oficinas, as crianças aprendem sobre como identificar e denunciar casos de violência contra mulher, além de aprenderem a como respeitá-las em suas decisões

Alunos das escolas municipais Maria de Jesus Taques e Hildegard Burjan, foram até à Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro) para assistir às produções e à apresentação do projeto Florescer, no XV Encontro Anual de Extensão da Unicentro, Eaex 2022.
O projeto Florescer, coordenado pela professora Ariane Pereira, do departamento de Comunicação Social da UNICENTRO, busca conscientizar crianças desde sua infância sobre o risco do machismo e os tipos de violência contra mulheres. São realizadas cinco oficinas nas escolas, trazendo assuntos como o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), equidade de gênero e Lei Maria da Penha. Nas oficinas, as crianças aprendem sobre como identificar e denunciar casos de violência contra a mulher, além de aprenderem a respeitá-las em suas decisões. O projeto Florescer conta ainda com a parceria da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres.
O projeto conta com cinco extensionistas: Gabriela Ukracheski de Souza Peixoto, Ana Gabriela Alves, Ketllyn Brenda dos Santos, Maria Isabela Andrade e Vanessa Cristina Lima, que acompanham a coordenadora, professora Ariane e mais dois professores que participam do Florescer, a professora Renata Caleffi e o professor Lucas Pullin, nas atividades realizadas nas escolas.
Para a extensionista, Gabriela, o sentimento de mais um ano concluído com as atividades do Florescer, é de dever cumprido.
“O sentimento é de trabalho cumprido, de sentir que a extensão realmente tem o poder de mudar uma realidade. Porque quando a gente entra, a gente sabe que vai fazer uma transformação social. Mas depois que você está totalmente envolvido, percebe que realmente essa transformação acontece todo dia. Então, eu costumo falar que a cada oficina do Florescer, eu entro uma Gabi e saio outra. É impossível eu entrar e voltar a mesma pessoa”, expressou a aluna do terceiro ano de Jornalismo da Unicentro.
Já a pequena Emanueli Vitória Kruger, de 9 anos, aluna da Escola Municipal Maria de Jesus Taques, contou que aprendeu muito com o projeto e que já sabe o que fazer caso presencie um caso de violência contra mulher.
“Eu achei muito legal participar do Florescer. Aprendi que se um homem mexer comigo, ou com outra mulher, de forma errada, e que a gente não goste, podemos fazer uma denúncia. Se eles fizerem alguma coisa, a gente vai até a Secretaria da Mulher e elas nos apoiam”, comentou Emanueli.
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