Casal é flagrado estuprando os filhos em suposto ritual satânico em Guarapuava
Caso foi flagrado pela PM no Residencial 2000

Um caso macabro de estupro de crianças em suposto ritual satânico foi flagrado por policiais militares na noite dessa sexta-feira (31 de janeiro) em Guarapuava.
A situação foi denunciada à Polícia Militar por vizinhos do local suspeito, no Residencial 2000, que ouviram gritos e barulhos de espancamento contra crianças. Quando os policiais chegaram ao locaL, encontraram cerca de seis pessoas na rua, que pediram aos PMs para deixar a viatura longe da casa e ir a pé até lá, pois os barulhos paravam quando os moradores percebiam a presença de pessoas nas proximidades.
Os policiais deixaram a viatura a cerca de 30 metros da casa suspeita e foram até a porta, se encostando na parede para ouvir se estava ocorrendo alguma agressão. A equipe aguardou por alguns minutos, quando os PMs ouviram claramente a frase “coloca a boca dela no p....” e, em seguida, a frase "já que você não vai bater, eu vou bater”. Após ouvirem a conversa, os policiais começaram a ouvir no interior da residência as pancadas, seguidas do choro de uma criança.
Imediatamente, os policiais arrombaram a porta, que estava protegida por objetos, dificultando o acesso. Já dentro da casa, os PMs viram um homem trajado totalmente de branco que rapidamente ergueu as calças, que estavam abaixadas o suficiente para o pênis ficar exposto. O homem estava em frente a uma menina, com idade entre 3 e 5 anos, que trajava um vestido. No ato inicial, os policiais flagraram um estupro.
O homem, ao perceber que era a polícia, tentou investir contra a equipe, resistindo à prisão, sendo que os PMs usaram técnicas de imobilização para contê-lo. Uma mulher que estava na casa, também tentou resistir para impedir a prisão do homem, investindo com socos contra um policial, agarrando-o pelo braço, sendo necessária mais uma vez a utilização de técnicas de imobilização para afastá-la e, na sequência, algemá-la.
Também estavam na casa uma adolescente e outra criança, um menino com idade entre 8 e 9 anos.
Caso os policiais não chegassem a tempo, o estupro contra criança se configuraria. A adolescente não investiu contra a equipe, mas ficou o tempo todo importunando, dizendo que não estava acontecendo nada e tentando convencer os policiais a liberar o autor do estupro e a sua mãe.
Dentro da casa, os policiais se depararam com um cenário que aparentava ser de ritual. No centro da sala havia um tipo de altar, formado por colchões, em que uma menina com idade entre 3 e 5 anos, estava deitada, trajando um vestido. Havia diversas velas e objetos que aparentavam ser do ritual, como bebidas alcóolicas e objetos simbólicos.
Diante do fato do homem, vestido de branco, estar no início de um ato de estupro, os policiais deram voz de prisão, sendo encaminhado no camburão da viatura com uso de algemas, devido ao risco de fuga e para preservar a integridade da equipe.
A mulher que estava no local, mãe da criança que estava sendo vítima de estupro, também foi encaminhada à Delegacia, por maus tratos e resistência. Ela foi conduzida algemada, no banco de trás da viatura, junto dos filhos.
O autor do estupro é padrasto das crianças. Sendo assim, a mulher facilitou que ocorresse o estupro e foi conivente com a situação, estando presente no local na hora do fato.
Os vizinhos que realizaram a denúncia acompanharam a equipe até a Delegacia, como testemunhas.
Conforme os vizinhos, já era de conhecimento que há cerca de seis meses nessa casa estaria ocorrendo rituais de “macumba” e que as crianças eram torturadas e agredias. Disseram que nessa sexta passaram de carro em frente a casa e ouviram gritos de crianças e que estacionaram o veículo na esquina e foram até a frente da casa, onde ouviram um homem dier “pega aqui” e uma criança responder “não quero” e, em seguida, iniciar os espancamentos.
Os moradores afirmaram ainda que viam as crianças andando pela rua, principalmente o menino, com lesões, com olhos roxos, hematomas e queimaduras nos pés.
O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a situação. O menino foi encaminhado para avaliação médica e liberado após atendimento.
Todos os envolvidos foram encaminhados à Delegacia.
O caso está sendo investigado.
Contra o casal, pelos mesmos fatos, há um registro na Polícia Militar realizado em 13 de outubro de 2024.
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